Fundada a 17 de agosto de 2007 por Carolina Marcello, Joana Coutinho e Paulo Brás, encerrou a sua atividade enquanto revista erótica a 17 de agosto de 2013, reabrindo a 12 de dezembro do mesmo ano como plataforma do projeto A MULHER É O FUTURO DO HOMEM.

A MULHER É O FUTURO DO HOMEM : projeto

A mulher é o futuro do homem é um processo de work in progress no âmbito da investigação literária e da criação dramatúrgica. Aliando a escrita de palco contemporânea ao ramo dos estudos feministas e queer, no contexto dos estudos comparatistas e relações interculturais, pretende-se um espaço de criação teatral inédito no atual panorama português das artes performativas.
Tendo por base a tradição poético-teatral do homem travestido, o ciclo circunscreve o conceito de mulher, enquanto sexo biológico, e ramifica-o em diferentes concretizações sociais de feminino, enquanto identidade de género. Na prática, os exercícios de representação terão sempre como temática uma figura-central feminina, proveniente da História, da mitologia ou da literatura.
Aquele que é na origem um projeto de investigação, com a comum metodologia de pesquisa, leitura e reflexão, tem, portanto, como objetivo final, a sua defesa por um testemunho performativo e não a concretização de uma teoria por escrito, numa tese académica ou num ensaio científico, ainda que se possa apoiar a organização de encontros científicos e outros eventos subordinados ao tema, paralelamente ao ciclo.
O projeto divide-se em duas fases. A primeira fase (2014) tem a duração de um ano, com o objetivo de levar à cena um espetáculo por mês durante esse período, o que perfaz um total de doze espetáculos em doze meses, de duração média de uma hora cada. A segunda fase (2015) tem a duração de meio ano, com o objetivo de levar à cena um espetáculo no fim desse período, contendo todos as partes da primeira fase. Cada espetáculo tem prevista uma única apresentação.
Em 2014, novembro constitui uma exceção ao plano provisório, por conter a única performance de longa duração da primeira fase, com a duração de oito dias (num máximo de doze horas consecutivas diárias nos sete primeiros dias). Para a hora de reposição deste mês no contexto do espetáculo de 2015, será apenas contabilizado o oitavo dia, de duração média de uma hora, como os espetáculos dos restantes meses.

2 comentários:

Ramirez disse...

ansioso

Lola disse...

Fiquei logo convencida na parte "estudos feministas e queer" <3